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HERMENÂUTICA - FIGURAS RETÓRICA - TERCEIRA PARTE
HERMENÂUTICA - FIGURAS RETÓRICA - TERCEIRA PARTE

FIGURAS DE  RETÓRICA  –  3ª PARTE

 

Por P. C. Nelson

Desejamos acrescentar a este capítulo algumas figuras de retórica que o Dr. Lund omitiu a fim de fazer mais concisa sua obra. Consideramos útil acrescentar esta lição a fim de facilitar o emprego desta obra como livro de texto e também para o estudo e leitura particulares. 

Símile

 

1. A figura de retórica denominada símile procede da palavra latina "similis" que significa semelhante ou parecido a outro. A palavra é definida da seguinte maneira pela Enciclopédia Brasileira Mérito: "Semelhante. Analogia; qualidade do que é semelhante; comparação de coisas semelhantes." A Bíblia contém numerosos e belíssimos símiles, que, quais janelas de um edifício, deixam penetrar a luz e permitem que os que estão em seu interior possam olhar para fora e contemplar o maravilhoso mundo de Deus. A metáfora consiste em denominar uma coisa empregando o nome de outra, na esperança de que o leitor ou o ouvinte reconhecerá a semelhança entre o sentido real e o figurado da comparação. O Senhor Jesus empregou com respeito a Herodes o qualificativo de aquela raposa, o que constitui uma metáfora. Se houvesse dito que Herodes era como uma raposa, teria empregado a figura retórica denominada símile, mas neste caso, teria faltado força à sua declaração. A palavra raposa ajustava-se tão bem ao astuto rei, que o Senhor não necessitou dizer que Herodes era como uma raposa. No símile se emprega para a comparação a palavra como ou outra similar, enquanto na metáfora se prescinde dela.

Exemplos: "Pois quanto o céu se alteia acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem." (Símile.)

"Como o pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece dos que o temem." (Símile.)

"Pois ele conhece a nossa estrutura, e sabe que somos p6." (Metáfora).

"Quanto ao homem, os seus dias são como a relva; como a flor do campo, assim ele floresce; pois, soprando nela o vento, desaparece; e não conhecerá daí em diante o seu lugar." (Símile.) (Salmo 103:11-16.)

Outra série de símiles se encontra em Isaías, capítulo 55. Nos versículos 8-11 temos símiles de rara beleza, como por exemplo: "Como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos; e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos."

"Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra e a fecundem e a façam brotar para dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a designei."

"Os símbolos escolhidos", diz-nos o Dr. Delitch em seu Comentário Bíblico de Isaías, "têm profundo significado alusivo. Assim como a neve e a chuva são causas imediatas de crescimento, e também da satisfação que proporcionam os produtos colhidos, assim também a Palavra de Deus abranda e refresca o coração humano, transformando-o em terreno fértil e vegetativo. A Palavra de Deus proporciona também ao profeta – o semeador – a semente para semear, a qual traz consigo o pão que alimenta a alma. O homem vive de toda palavra que sai da boca de Deus". (Deut. 8:3.)

Outros dois símiles eficazes relativos ao poder da Palavra de Deus se encontram em Jeremias 23:29 que diz assim: "Não é a minha palavra fogo, diz o Senhor, e martelo que esmiúça a penha?" Compare a poderosa metáfora de Hebreus 4:12.

O profeta Isaías em 1:18, mediante dois símiles familiares, dá a conhecer as promessas de Deus relativas ao perdão e à limpeza. "Ainda que os vossos pecados são como a escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que são vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã."

O profeta Isaías nos diz também que "Os perversos são como o mar agitado, que não se pode aquietar, cujas águas lançam de si lama e lodo." O mesmo profeta compara os justos a um jardim regado e um manancial inesgotável. (57:20 e 58:11).

Nada é mais inconstante que as ondas marinhas impulsionadas pelo vento. A elas compara o apóstolo Tiago (1:6) o crente variável e vacilante, que oscila entre a fé e a dúvida. "Peça com fé, em nada duvidando; pois o que duvida d semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento." A tradução deste versículo para o inglês, feita por Moffatt, e vertida livremente para o português, diz assim: "Somente peça com fé, sem duvidar jamais, porque o homem que duvida é como a onda do mar, que gira em redemoinho e flutua, impulsionada pelo vento."

Os símiles da Bíblia são quais gravações formosas e de grande valor artístico, que acompanham as verdades, que sem este auxílio seriam captadas fracamente e esquecidas com facilidade. 

Interrogação

2. A palavra interrogação procede de um vocábulo latino que significa pergunta. Mas nem todas as perguntas são figuras de retórica. Somente quando a pergunta encerra uma conclusão evidente é que é uma figura literária. A Enciclopédia Brasileira Mérito define a interrogação da seguinte maneira: "Figura pela qual o orador se dirige ao seu interlocutor, ou adversário, ou ao público, em tom de pergunta, sabendo de antemão que ninguém vai responder."

Exemplos: "Não fará justiça o Juiz de toda a terra?" (Gên. 18:25). Isso equivale a dizer que o Juiz de toda a terra fará o que é justo. "Não são todos eles espíritos ministradores enviados para serviço, a favor dos que hão de herdar a salvação?" (Hebreus 1:14). Neste versículo o ministério nobre dos anjos se considera um fato incontrovertível. As interrogações que se encontram em Rom. 8: 33-35 constituem formosos exemplos do poder e do uso desta figura literária. A mente, em forma instintiva, vai da pergunta à resposta em atitude triunfal. "Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu, ou antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou fome, ou nudez, ou perigo ou espada?"

"Jesus, porém, lhe disse: Judas, com um beijo trais o Filho do homem?" Estas palavras equivaliam a dizer: "Judas, tu entregas o Filho do homem com um beijo." (Lucas 22:48).

No livro de Jó há muitas interrogações. Aqui temos alguns exemplos: "Porventura não sabes tu que desde todos os tempos, desde que o homem foi posto sobre a terra, o júbilo dos perversos é breve, e a alegria dos ímpios momentânea?" (Jó 20:4, 5). "Porventura desvendarás os arcanos de Deus, ou penetrarás até a perfeição do Todo-poderoso?" (Jó 11:7). A resposta de Deus do meio de um redemoinho (caps. 38-40) está expressa em sua maior parte por meio de interrogações.

Apóstrofe

3. A apóstrofe se assemelha muito à personificação ou prosopopéia. A palavra apóstrofe procede do latim apostrophe e esta do grego apo, que significa de, e strepho, que quer dizer volver-se. O vocábulo indica que o orador se volve de seus ouvintes imediatos para dirigir-se a uma pessoa ou coisa ausente ou imaginária. A Enciclopédia Brasileira Mérito nos proporciona a seguinte definição: "Figura usada por orador, no discurso; consiste em interrompê-lo subitamente, para dirigir a palavra, ou invocar alguma pessoa ou coisa, presente, ausente, real ou imaginária. O emprego desta figura, na eloqüência, produz grandes efeitos sobre as paixões que o orador procura transmitir aos ouvintes." Quando as palavras são dirigidas a um objeto impessoal, a personificação e a apóstrofe se combinam, como por exemplo, em 1 Cor. 15:55, e em algumas outras passagens que seguem:

Exemplos: "Que tens, ó mar, que assim foges? e tu, Jordão, para tornares atrás? Montes, por que saltais como carneiros? e vós colinas, como cordeiros do rebanho? Estremece, ó terra, na presença do Deus de Jacó, o qual converteu a rocha em lençol de água e o seixo em manancial" (Salmo 114:5-8). A seguir temos outro exemplo que combina a personificação com a apóstrofe: "Ah, Espada do Senhor, até quando deixarás de repousar? Volta para a tua bainha, descansa, e aquieta-te" (Jeremias 47:6). Uma das apóstrofes mais extraordinárias e conhecidas é o grito do angustiado Davi, por motivo da morte de seu filho rebelde: "Meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão! Quem me dera que eu morrera por ti, Absalão, meu filho, meu filho!" (2 Sam. 18:33). As palavras dirigidas ao caído monarca da Babilônia (Isaías 14:9-32) constituem uma das apóstrofes mais vigorosas da literatura.

A apóstrofe, empregada por oradores hábeis, é na maioria dos casos a forma mais eficiente e persuasiva da retórica.

"Inclinai os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca" (Deut. 32:1). Estas palavras nos fazem lembrar de Jeremias que disse: "Ó terra, terra, terral ouve a palavra do Senhor" (Jeremias 22:29). Constitui uma forma mui enfática de reclamar atenção e realçar a importância do que se fala.

Em Números 21:29 é onde encontramos uma das primeiras menções na Bíblia desta figura retórica: "Ai de ti, Moabe! Perdido estás, povo de Camos!" Aqui a palavra é dirigida à devastadora terra de Moabe como se estivesse presente. No famoso cântico de Débora e Baraque, é dirigida a palavra aos reis e príncipes ausentes e dominados, como se estivessem presentes: "Ouvi, reis, dai ouvidos, Príncipes. Eu, eu mesma cantarei ao Senhor; salmodiarei ao Senhor Deus de Israel" (Juízes 5:3).

Por motivos de espaço, só apresentaremos duas apóstrofes mais. Ambas procedem dos lábios do Mestre. A incredulidade, a indiferença e a resistência das cidades que haviam sido testemunhas da maior parte de sua maravilhosas obras o fizeram exclamar: "Ai de ti, Corazim! ai de ti, Betsaida! porque se em Tiro e Sidom se tivessem operado os milagres que em vós se fizeram, há muito que elas se teriam arrependido com pano de saco e cinza . . . Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até o céu? Descerás até o inferno!" (Mateus 11:21,23). Quem não compartilha a angústia do Salvador, quando exclama: "Jerusalém, Jerusalém! que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!" (Mateus 23:37). Nestes últimos exemplos se combinam a apóstrofe e a prosopopéia. 

Antítese

 

4. Este vocábulo procede da palavra latina antithesis e esta de palavras gregas que significam colocar uma coisa contra a outra. A Enciclopédia Brasileira Mérito nos dá a seguinte definição: "Inclusão, na mesma frase, de duas palavras, ou dois pensamentos, que fazem contraste um com o outro." Trata-se de uma figura de retórica muito eficaz que se encontra em muitas partes das Escrituras. O mau e o falso servem de contraste ou fundo que di realce ao bom e o verdadeiro.

Exemplos: O discurso de despedida de Moisés (Deut. 27 a 33) consiste numa notável série de contrastes ou antíteses. Note-se a que se encontra em Deut. 30:15 que diz: "Vê que proponho hoje a vida e o bem, a morte e o mal." Temos aqui um contraste ou antítese dupla. Também no versículo 19: "Os céus e a terra tomo hoje como testemunhas contra ti que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição (duas antíteses); escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência."

O Senhor Jesus apresenta em seu Sermão da Montanha numerosas antíteses. Note-se a que aparece em Mateus 7:13,14: "Entrai pela porta estreita (larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz para a perdição e são muitos os que entram por ela) porque estreita é a porta e apertado o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela." O Senhor Jesus estabelece contraste ou antítese entre a porta estreita e a larga; entre o caminho estreito e o largo; entre os dois destinos, a vida e a destruição e entre os poucos e os muitos. Temos aqui uma quádrupla antítese. Entre os versículos 17 e 18 se contrasta a árvore má e seus maus frutos com a árvore boa e seus bons frutos. Nos versículos 21 a 23 o Senhor efetua um contraste entre duas pessoas: uma professa obediência à vontade divina, sem praticá-la, enquanto a outra realmente pratica a obediência. A seguir ilustra a diferença mediante uma extraordinária e múltipla antítese. (Versículos 24-27.)

Nosso Senhor Jesus dá por concluído seu maravilhoso discurso escatológico (referente às coisas finais, como a morte, o juízo e o estado futuro) nos capítulos 24 e 25 de Mateus, empregando gradação ou clímax de caráter antitético.

Em 2 Cor. 3:6-18, Paulo estabelece um contraste entre o Antigo Pacto e o Novo, entre a Lei e o Evangelho, empregando para isso uma série notável de antíteses que podem ser convenientemente preparadas em colunas paralelas. Em Rom. 6:23 o apóstolo Paulo contrasta "morte" com "vida eterna" e o "salário do pecado" com o "dom gratuito de Deus". "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor."

Em 2 Cor. 6:8-10 ele nos proporciona uma série de antíteses relacionadas com sua própria experiência e nos versículos 14-16, mediante antíteses cuidadosamente selecionadas, demonstra a loucura do cristão que se agrilhoa ao mundo. Em 1 Cor. 15:35-38 dá por terminado seu poderoso argumento relativo à ressurreição mediante um abundante número de antíteses, semelhante à descarga de uma metralhadora.

Clímax ou Gradação

5. A palavra clímax ou gradação procede do latim climax e esta do grego klimax que significa escala, no sentido figurado da palavra. A Enciclopédia Brasileira Mérito nos proporciona a seguinte definição da palavra gradação: "Concatenação dos elementos de um período de modo a fazer com que cada um comece com a última palavra do anterior; amplificação, apresentação de uma série de idéias em progressão ascendente ou descendente. Também se diz clímax." O essencial é que exista avanço ou progresso na oração, parágrafo, tema, livro ou discurso. A maioria dos sermões bem preparados têm mais de uma gradação, e terminam mediante uma gradação final de caráter extraordinário.

A gradação pode consistir em umas poucas palavras ou pode estender-se por todo o discurso ou livro. Pode consistir em palavras soltas, preparadas de tal maneira que levem a mente em progressão gradual ascendente, ou pode consistir em uma série de argumentos que explodem em triunfal culminação, como o argumento incontrovertível da ressurreição em 1 Cor., capítulo 15. O grande capitulo dá fé, Hebreus 11, d um exemplo de um longo e poderoso clímax ou gradação.

Exemplos: O capítulo oitavo de Romanos é um maravilhoso clímax ou gradação. Começa com os vocábulos "nenhuma condenação", e termina dizendo que "nenhuma criatura nos poderá separar". Para criar este poderoso clímax ou gradação, o apóstolo emprega uma série de gradações. Temos aqui uma delas: "Porque não recebestes o espírito de servidão para viverdes outra vez atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofrermos, para que também com ele sejamos glorificados" (Versículos15-17).

Temos aqui os degraus da escala: (1) Estamos expostos ao espírito de servidão e temor; (2) temos sido adotados; (3) ao compreender os lagos que nos unem a Deus, qual crianças sussurramos a palavra Aba, que significa Pai, em aramaico; (4) até o Espírito dá testemunho da verdade e realidade desta nova relação; (5) porém os filhos são herdeiros, e também o somos nós; (6) somos herdeiros de Deus, o mais rico de todos; e (7) estamos no mesmo pé de igualdade com Jesus, seu Filho, que é herdeiro de todas as coisas (Heb. 1:2); e se sofremos com ele, (8) também seremos glorificados com ele.

Temos em seguimento outra figura de gradação. Nos versículos 29-30 notamos como o Apóstolo ascende cúspide após cúspide: conheceu, predestinou, chamou, justificou, glorificou. Depois de haver alcançado esta altura, poderá o Apóstolo continuar subindo? Sim, leia os versículos 31-39. Note-se a base de nossa completa e absoluta confiança e segurança: (1) "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (2) Se nos deu livremente seu Filho para que morresse por nós, como nos poderá negar a graça ou bênção de que necessitamos? (3) Quem nos acusará, posto que é Deus quem nos justifica? (4) Quem se atreverá a condenar-nos, quando Cristo morreu para nos salvar? (5) Está agora à destra de Deus como nosso Advogado para interceder por nós. (6) Quem nos separará do amor que Cristo tem para conosco? Separar-nos-á por acaso (a) a tribulação, (b) angústia, (c) perseguição, (d) fome, (e) nudez, (f) perigo, (g) ou espada? Depois de haver alcançado este plano, o apóstolo se detém o suficiente para poder citar o Salmo 44:22, para demonstrar que em época remota o povo escolhido sofreu o martírio por amor de Deus, insinuando assim que estamos preparados para a mesma prova. Sim, nestes conflitos fazemos mais que vencer. Logo, nos versículos 38 e 39 se eleva a alturas que produzem vertigens, chegando logo a uma das gradações mais grandiosas de toda a literatura.

Recordemos também que no caso de Paulo não se tratava de um desdobramento oratório. Tratava-se da plena confiança e profunda convicção de seu coração, e ficou demonstrada em sua própria vida vitoriosa (2 Cor. 11:23-27) e morte (2 Tim. 4:6-8).

Notem-se também os admiráveis e eloqüentes clímax ou gradações em Isaías, capítulos 40 e 55; também em Efésios 3:14-21. Leia-se também Filipenses 2:5-21.

Temos aqui um exemplo da arenga de Cícero dirigida contra Verres: "É um ultraje encarcerar um cidadão romano; açoitá-lo é um crime atroz; dar-lhe morte é quase um parricídio; mas CRUCIFICÁ-LO, de que o qualificarei? Estas palavras lançam luz no que respeita aos Atos 22:25-28.

O anticlímax é o contrário do clímax ou gradação e é a miúdo empregado por escritores inexperientes. Consiste em descer do sublime ao ridículo ou colocar ao final do escrito ou discurso as frases de menor importância.

PERGUNTAS

1. Que é símile? Como se distingue da metáfora?

2. Que exemplos de símiles pode dar?

3. Que é interrogação? É toda pergunta uma figura de retórica? Apresente exemplos.

4. Que é apóstrofe? De que forma se diferencia esta figura de retórica da personificação? Dê exemplos da Bíblia.

5. Que é antítese? Dê exemplos.

6. Que é clímax ou gradação?

Efetue uma diferenciação entre clímax e antítese. Proporcione exemplos.




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